Parece que foi ontem. No fim de 2007 resolvi largar tudo em Viçosa, cidade em que me formei e terra em que vive minha família. A princípio a razão de minha mudança seria o curso de mestrado que pretendia cursar na área de Comunicação Social, na UFJF. Entretanto minha reprovação na prova – da primeira etapa do processo de avaliação – me impediu de seguir nessa direção. A ideia de me mudar para Juiz de Fora tomou o contorno algo que já vinha planejando fazia algum tempo: viver exclusivamente de trabalho freelancer.
Quem me conhece pessoalmente sabe que não sou nenhum exemplo de organização. Talvez por isso mesmo tome o meu próprio caso como um sucesso quase milagroso. Tudo bem que já tentei algumas vezes e li um bocado sobre essa tal de GTD, mas botar em prática é outra coisa, né?
Se eu pudesse dar uma única dica para um amigo que deseja enveredar pela vida de freelancer, eu lhe diria o que considerei como básico na organização das tarefas em meu trabalho. Tomei como fundamental uma única regra: não importa se eu não conseguir fazer tudo que estiver na minha lista de tarefas do dia. Eu posso simplesmente não fazer algo porque não é uma prioridade naquele momento. O que importa, de verdade, é que eu nunca perca a capacidade de monitorar e saber exatamente o que já foi realizado e o que ainda está pendente. Cada pessoa cria um sistema como acha melhor. Tem gente que enche a agenda de anotações. Outros anotam no computador. Tem uma ex-namorada minha que era viciada em post-its.
Agora me diga: qual a sua forma de manter controlar o que você tem que fazer no seu dia-a-dia?
Eu adoraria saber a resposta para essa pergunta e se você quiser participar, pode deixar um comentário aqui.





